Se você chegou até aqui, fico feliz. Sou grata por cada encontro e caminho percorrido.

Desde que abracei a pluralidade que me habita — do piano ao digital — dedico meu olhar a tudo o que pulsa. Não segui a arqueologia porque a arquitetura me atravessou, mas sinto que o aprofundamento do meu processo criativo cumpre essa máxima: se a gente é para o que nasce, também sou arqueóloga.

Obrigada pela visita. Vamos conversar?

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